Instalações inusitadas.

18 06 2009

Estas são as esculturas vivas do artista Willy Dorner.

A idéia é preencher os espaços urbano com instalações e performances humanas.

Veja mais.

A todos, uma bela e estranha quinta!





o cotidiano

26 04 2009

de um “super herói”  é tão emocionante como no cinema?

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fonte: dulcepinzon





bom domingo.

19 04 2009

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Twitter, facebox, flicker, google docs.

É to ultrapassada, não sei o que, para que e verdadeiramente como entrar/usar tudo que é apresentado na net hoje.

Tenho que confessar que até este blog me irrita por completo: tags que não aparecem, a nuvem que não funciona direito, o que e como postar, manter atualizado, popularizar, ser pessoal, mas tentando ser mais impessoal possível. É tá difícil, tenho que confessar que chutar o pau da barraca é uma opção bem tentadora. Porém eu gosto da tal internet e não a abandono, prefiro morrer tentando e me adaptar mesmo praguejando e me irritando.

Mediante isso, me sinto meio ignorante, afinal a maioria dos normais sabe como utilizar essas novas (já não tão novas) ferramentas da web.

Sei que vou usá-las, como e quando não importa tanto para mim, porém o incomodo continuará até eu experimentá-las. E quando não agüentar mais, já sabe, lá estarei eu.

Outra coisa irritante é a tal escrita, todos sabemos que falar é diferente de escrever. Langue e parole – Saussure. Vivo em constante conflito, uma vez que no MSN, Orkut etc, escrevo/digito na maioria das vezes como eu falo, aqui preciso utilizar outro perfil, um que seja nem tão coloquial e nem tão formal, enfim, preciso andar na corda bamba literalmente. Pergunte-me, se isso me incomoda? Ou, porque não escreve/digita do jeito que você quiser afinal o blog é seu? Eu lhe respondo, sei lá, tm q ser assim. Num dá p/ escrevr d qualqr jeito num blog, dá?

O que mais me incomoda é pensar que preciso produzir mais, não que eu não seja capaz, acredito que todos são, porém onde há tempo para isso? Há?

Não sei você, mas minha necessidade de possuir um notebook ou lap top, como disse o tal Nicolsson de Inglês, aumenta a cada dia. A vontade de estar conectada a pessoas, idéias, textos e possibilidades me deixa confusa, alegre e na expectativa.

Afinal tem muita gente fazendo muita coisa bacana por ai e já que não posso fisicamente participar que seja virtualmente pelo menos, já que existe a tal possibilidade.

Isso é um vicio? Pergunto-me e respondo, sei lá e acho que nem quero saber. Rs.

É, isso é um sinal, todo viciado em algo, não quer saber de nada que afete a sua relação com o tal ou não admite. Seja ou não, eu não ficarei off, nem que uma vaca me apareça com cabeça de jiló.

Uma sumida, sem querer, dez dias sem postar e aqui estou as 00h39min do domingão, escrevendo/digitando ligadona, por quê? Foi o tempo que encontrei e achei bacana. Claro, esperando o Altas Horas começar também.

………………Já começou, só para corrigir, achar uma foto bacana, salvar como rascunho, editar e postar demorei o tempo que não tinha. Até para assistir o que quero, e olha que não vejo TV, ta difícil, estou precisando de um emprego que me disponibilizem internet e TV paga, por favor. Há também o vale beleza porque toda mulher deve estar bela e gasta para isso e o vale cultura porque todos precisam de informação e diversão com qualidade, porém nem sempre cabe no bolso.

Bj, da tagarela com insônia.

A todos, um belo e estranho fim de semana!

Foto:  Othon Matoso





Tem que rolar um clima, entende?

19 04 2009

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Nada como um bom livro para repensarmos a vida.

Mas antes de tudo como sabemos que este é um bom livro?

Muitos vão pela lista de Best-seller no final de cada edição da VEJA, outros ouvem opiniões de pessoas confiáveis, outros pela capa, preço, pelas ilustrações, por terem assistido uma adaptação no cinema ou por obrigação/indicação de algum professor na faculdade.

Particularmente para eu levar algum livro comigo, precisa rolar todo um clima antes, preciso vê-lo nas mãos de alguém, ouvir falar ou então de um imprevisto que nos coloque cara a cara. Não sei, mas prefiro ler algo que me dê um prazer do que tentar acompanhar as tendências ou a modinha do momento. Quero deixar claro que não estou fazendo nenhuma critica aos mais vendidos ou populares da estação, afinal os lerei em breve.  Digo isso porque tenho costume de anotar possíveis candidatos a leitura, porém há uma preliminar antes, uma folheada aqui, uma leitura da orelha ali, noto se há desenhos ou gravuras que interessam, se há muitos números.

Você pode pensar que eu leio muito ou que isso é uma mentirada infeliz, isso é porque você não conhece a mestre Sônia que dá aula para todos os cursos da minha facul, esta sim lê tudo e nunca perde a esperança coitada. Sempre ao relacionar um livro à matéria ela pergunta se alguém leu Umberto Eco, Clarice Lispector, Santaella, Virgínia Wolf, Bakhtin Voloshinov e outros mais.

Eu fico encantada com a esperança que ela tem em nós estudantes de Comunicação, logo de cara começamos a rir e olhar um para o outro para ver se alguém salva, mas nada, todos, respondemos que não. E ela, a ela continua dando a aula e perguntando sempre.

Eu me pergunto como, quando e onde ela conseguiu ler tantos livros. E outra, ela faz fichamento de grande parte, por isso recorda nitidamente.

Alguém por favor, já refletiu sobre a azulesa do azul?

Que doidera é essa você que não estava presente deve se perguntar. A Sônia nos fez refletir e entender isso, bom eu acho que entendi, é éeee, não me lembro bem, mas um dia chego lá.

Perguntarei a ela qual seu método de leitura e postarei aqui, afinal tenho uma listinha.

Agora vou indo Madame Bovary me espera, iremos trocar segredos e ambições.

A todos, um belo e estranho dia!





Pluft plaft zoom

9 04 2009

“A alma é curada ao estar com crianças.”

Fiódor Dostoievski

As crianças têm uma habilidade, ou melhor, dom, de transformar os momentos, pessoas e lugares.

Risadas, bobices, coisas e palavras sem pé nem cabeça, uma criatividade e energia sem limites. As crianças são nossa evolução. Porém nem notamos devido ao tempo, regras, padrões e planos.

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”

Saint-Exupéry.

Quem já não ouviu falar em um pedacinho de gente extraordinário, morador do planeta B-212 , amigo de uma rosa e que decidiu viajar para fazer novos amigos e como transporte usou os cometas que passavam por seu planeta?

O pequeno príncipe é um livro infantil, porém para mim, voltado para o público adulto que perdeu a sensibilidade ou a simplicidade de tudo nesta vida louca que nos cega.

Esquecemos do valor e da importância das coisas simples que fazem cada segundo único, por nos apegarmos a outras coisas solúveis e fugazes. Devido a isto, concordo com Dostoievski e Exupéry, que em suas sábias palavras resumiram a cura de nossas misérias e a responsabilidade de nossas ações.

Precisamos aprender, mas estamos acostumados a ensinar.

A todos, um belo e estranho dia!





Fuga Cidade

2 04 2009

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É casinha com cara nova, devido à insatisfação da dona. Não me acostumei muito com a outra fachada e decidi mudar, mas essa é a última vez, pelo menos por hoje.

Bom, esta minha insatisfação freqüente com as coisas, quando digo “coisas”, digo tudo que me cerca. Não sei vocês, mas eu sempre tenho que reclamar de algo, é um vício infeliz e genético. Mesmo em dias coloridos e tranqüilos, eu estou insatisfeita e a reclamar de algo, aliás, dias assim não existem. Ou são coloridos ou são tranqüilos! Certo?

E aproveitando o gancho, não vejo um dia tranqüilo e muito menos colorido faz um tempo, esta cidade está se acabando em água e o sol resolveu tirar umas férias, fazer o que são as águas de março, já cantava Tom e Elis, falando nisso vou ali ouvir. Fui.

Desculpe-me os que comentaram, agradeço e peço compreensão.

Fiquem a vontade para comentar ou livres para apenas ler e discordar. Fiquem a vontade mesmo, não gostou, pode reclamar, xingar, ou sei lá ignorar também. Se gostou e não quer comentar, o que me alegra é poder saber que você levou  algo desta humilde casinha.

Antes que me esqueça… Um belo e estranho dia p/ você… bj.

borboleta