Dois gatos pingados…

12 09 2009

…fora da lei, ela é a rainha eu o rei. Farra no telhado fora lei, tudo bem.

Quem não conhece essa música ou quem a canta,  não sabe o que está perdendo. Conferi ontem pessoalmente toda a versatilidade e musicalidade à flor da pele deste que é um dos maiores cantores da nossa música.

Com uma banda fora de sério, ele se apresentou ontem no teatro do Centro Cultural Usiminas, mixando sucessos antigos com lembranças e danças engraçadas e nos apresentou algumas de suas novas músicas de seu CD Piquenique. Quem não o conhece não sabe realmente o bem que faz conhecer o que tem qualidade.

O Cd de 1997 – Manual prático para festas, bailes e afins, traz um de seus sucessos Fora da lei, música citada acima. Ed Motta lançou também CDs em inglês e japonês.

Do Soul ao funk, do pop-rock ao jazz, estilo é o que não falta a ele, não há como não gostar, não há como não cantar, não há como ficar parado. Não direi muito, pois estou o descobrindo ainda, espero que como eu, vocês fiquem com gostinho de quero mais e corram atrás deste som proposto por ele.

Para quem quiser conferir as novas quatro faixas do Cd Piquenique, é só se conectar na Rádio UOL, no programa do João Marcello Bôscoli e ouvir .

Abraços e a todos um belo e estranho fim de semana.





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4 09 2009

Roby amigo por Lucas BragaRoby amigo por Lucas BragaEra uma vez uma abelha que sonhava ser morcego...Por Lucas Braga

Caramba, que vontade de escrever e que saudade deste espaço, parece soar um pouco falso, uma vez que realmente desapareci daqui, porém estava me analisando, como sempre faço.

Este espaço foi criado sem projeto determinado ou linha, tema, foco a seguir. É apenas um blog, apenas palavrinhas avulsas de uma garota que fala pelos cotovelos, que troca palavras ou letras do lugar, sem pensar tornando-as sem sentido, que usa onomatopéias constantemente pra qualquer coisa ou ocasião e que cisma em continuar aqui, produzindo, escrevendo, falando, sem nada na cabeça. São me recrimino por ter sumido e nem me sinto culpada, foi tão natural o tempo, e vamos concordar a maioria dos leitores desta humilde casa da essência nem sabe quem eu sou, e cá p/ nós, eu sei? Como se fosse obrigação eu conhecê-los, e eles me conhecerem, qual graça há nisso? As relações não são mais interessantes quando espontâneas?

Cá estou eu outra vez desviando o assunto, mas? Qual era o assunto mesmo? Ahh, a volta da blogueira, eu não gosto deste título, aliás, não gosto de muitos títulos, “a/o melhor” “a/o simpática” “a/o lindo” “a/o legal da galera”, será que são reais, ou só uma figura do que fingimos que somos? Porque na realidade nós não somos ninguém, é isso, é sim…. Somos tantos em tantos lugares, que não somos ninguém em lugar algum, somos representações de tudo e de todos. A cada lugar, pessoa e hora nós mudamos, somos metamorfoses ambulantes…. Toca Raul…

Eu, aqui, a cada nova tesourada em um jornal, vejo o que perdi e o que poderia ter visto no cinema ou no teatro, vejo o que acontece nos lugares, é claro que isso é rapidamente, uma fração de segundo, mas o pensamento vem e me questiona como seria aquele dia, ou como foi, pois não me lembro de todos, afinal são apenas dias. E dias e dias.

Estou no estágio e a vontade de blogar é incrível, não por ser “legal ou correto” blogar daqui, mas por relatar que há algo novo, diferente, mas?!!! Não há isso todos os dias? Precisamos realmente “mudar” de espaço para mudarmos de alguma forma? Claro que não.

Minha vontade de postar, não veio por estar aqui, na Rua Cristovão Colombo, mas por relatar que durante os dias que sumi, muitas e muitas coisas aconteceram e por isso voltei, mas não, meus queridos não p/ relatar nostalgicamente o que passou, as lembranças virão no seu tempo e talvez darão as caras por aqui, mas serão pílulas de lembranças, nada de textos propositais para agarrar o leitor em uma experiência 50% verdadeira e 50% editada. Precisei da pausa para ver que o que falamos o que falo é relevante, e você leitor é relevante, não porque lê, mas porque também tem o que falar. Experimente, se não gostar pule p/ outra, não é obrigado, mas se gostar não fique aprisionado a o que escrever ou como fazê-lo.

Precisei da pausa para aprender a selecionar o que se lê, se vê, se fala, se toca, se escuta, se veste, se come, se anda. Nem tudo é novidade, ma nem tudo é história, então o que é post? O que é blog?

Sei lá. E quer saber? Eu não quero saber… Deu vontade postei, não deu, sei lá… Sumir não é legal.

Não é assim que a gente faz quando quer um tempo das coisas.

Sabe, este post já esta super pseudo intelectual, viajado e cheio de asneiras, afinal são minhas as palavras. Vou ficando por aqui, quem animar leia. Quem não animar. Valeu pela visita. A casa é nossa.

À todos, um belo e estranho dia…

Ahh, só quero dizer que … Meu chefe que não me pegue blogando por aqui. Se não já viu, ele vai falar: “Falei, falei, eu falei essa menina tá sem serviço, cortando jornal, falando que tá fazendo cliping de mídia, eu falei, eu falei, rs”

Fui. bjos